quinta-feira, 10 de julho de 2014

1/64 - O guru de algibeira

[Escritos estes poemas, alterei ao acaso a sua numeração e procedi a alguns cortes. Por enquanto, e muito ao meu gosto, são 64 e assim devem continuar. Deixo aqui o número 1 deste novo recomeço. Baralhar e voltar a dar, que assim é a vida.]
 
 
Pergunto-me o que quero,

inquieto,

mas logo a resposta me surge,

tranquila:

nunca perguntes a ti mesmo o que

queres, pergunta sempre quem és.

A melhor pergunta é a que se

responde a si

mesma

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