quarta-feira, 1 de setembro de 2010

lit.algarve

A investigação sobre o estado da literatura toma um novo caminho com o conhecimento da próxima realização do primeiro Festival Internacional de Literatura do Algarve, o lit.algarve 2010, que decorrera entre 16 e 19 deste mês em diversos locais do Algarve, e que é dinamizado pela ALFA, Associação da Literatura e do Filme do Algarve.

Oscilo entre a satisfação (pela realização do Festival) e o espanto (ligeiro) de ser realizado por estrangeiros residentes em Portugal. Na verdade conheço no Algarve outras situações ligadas às artes plásticas.

Português que sou, apetece-me lamentar-me e intrigar, o que sem dúvida suscitaria que mais pessoas participassem nesta discussão, sobretudo se eu jogasse umas achas na fogueira, dizendo que, perante isto, quero é ser estrangeiro, ou que os portugueses gostam é de falar mal e fazer pouco, o que se estende sem dúvida ao meio literário.

Mas não vou fazer nada disso. Vou é congratular-me com o o Festival, participar e continuar a investigação. E viva a literatura.

Programa completo.

3 comentários:

  1. Luís,

    Quero enviar-lhe um grande Obrigado por divulgar o nosso Festival de Literatura, o Lit.ALGARVE. De facto, é triste que grande parte deste tipo de iniciativas venha de estrangeiros residentes mas, não percamos a esperança... tal como eu (que sou portuguesa e, a título voluntário, o braço direito português da organização do Lit.ALGARVE), muitos outros portugueses virão, certamente, com o passar do tempo.

    No entanto, sem tirar o crédito (mais que merecido!) à iniciadora deste Festival, a alemã Barbara Fellgiebel, não esqueçamos, porém, que para organizar um evento deste tipo é necessário muito tempo e disponibilidade, o que regra geral só abunda, certamente em Portugal, para os reformados e desempregados.

    Um abraço,
    Clarissa Meca
    cmeca@hotmail.com

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  2. Com tanto Faro, tanto faro, esta investigação (pe)canina pela literatura acabou por levantar a lebre ou um bando de aves migratórias nidificando na formosura da ria. O que não há faz-se haver, a ver se há, se há? ver-se há!

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  3. tudo vai dar ao verse, pois é! abraço luis
    Clarissa,não acho triste (eu sei que a Clarissa também não) que grande parte deste tipo de iniciativas venha de estrangeiros, o que acho triste é que não venha (também)de portugueses. Mas parece que os portugueses estão a aderir.

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