Hoje
de manhã
no café
ao
olhar umas velhas
fotografias
tive
um claro
relance
do mercado
tal
qual era
para
mim
antes
de se ter tornado
um
monstro.
A
banca de peixe
do
senhor Joaquim
onde a
minha mãe
comprava
chaputa
para
filetes.
A
banca de flores da tia
da
minha irmã
clara
e vidente
tal e
qual a
avó.
E eu
entre lá e cá
entre cá e lá.
Gostei de vê-lo com longas madeixa brancas. Passei para lhe agradecer a mensagem, que somente hoje eu vim e aproveito para dizer que não conhecia o seu verso. Reflexivos... como sua prosa!
ResponderEliminarUm abraço, Marley, e tudo de bom para você.
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