terça-feira, 14 de julho de 2009

merda é merda



Passeando estes dias por Faro (ou FARO!) tenho dado conta da estranha evolução da publicidade política: com uma clara prevalência da palavra sobre a imagem (algumas vezes só palavras) e uma clara falta de sentido, a não ser que acreditemos nas suas virtudes poéticas. Um dos cartazes (ou outdoors!) que me trazia mais intrigado é um que anuncia que “Faro é FARO”. Confesso que foi preciso a minha filha (com 12 anos) explicar-me para perceber. Disse-me ela, “Então não vês que o segundo Faro está a negrito e em maiúsculas! É como se fosse gritado. Como no MSN.” Pois é, estou convencido, é verdadeira poesia visual.

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